THINK TANK – o que significa?

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Uma palavra que ouvimos com freqüência quando acompanhamos a discussão política norte-americana é “think tank”. Você sabe o que significa esse termo?

O termo think tank surgiu nos EUA, durante a Segunda Guerra Mundial, para designar uma sala aonde se reunissem oficiais graduados do exército americano para manter discussões estratégicas de combate, mobilização de tropas ou mesmo sobre a logística de equipamentos e suprimentos durante as operações de combate.

Com o passar do tempo, o termo acabou se popularizando como uma referência aos centros e institutos de pesquisa independentes, voltados para a produção e disseminação de conhecimento e idéias sobre temas como política, comércio, indústria, estratégia, ciência, tecnologia, ou mesmo, assuntos militares.

Os think tanks se destacam, em sua maioria, por não terem fins lucrativos nem estarem associados a nenhuma universidade ou governo específico.

Sobrevivem de doações recebidas de empresas e pessoas físicas, e, em alguns casos, de consultorias prestadas para clientes interessados no seu ramo de expertise.

Algo quase impensável para o Brasil, que, na prática, só consegue aglutinar cérebros trabalhando em prol do desenvolvimento de políticas públicas dentro de universidades ou instituições governamentais, segundo o site pesquisado (ver referência abaixo).
– via Gestão & Resultados

Fonte: Blog Gestão e Resultados – Getulio Apolinário Ferreira –
http://www.folhavitoria.com.br/economia/blogs/gestaoeresultados/2013/09/08/think-tank-o-que-significa/

“La Paradiplomacia desde cinco perspectivas: reflexiones teóricas para la construcción de una comunidad epistémica en América Latina”

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Laparadiplomacia desde cinco perspectivas: reflexiones teóricas para la construcción de una comunidad epistémica en América Latina

Los
procesos de transformación experimentados en el escenario internacional han conducido a otorgar mayor importancia a los asuntos transnacionales, así como un mayor reconocimiento a actores no estatales en lo que respecta a su influencia sobre la…

www.academia.edu

“La Paradiplomacia desde cinco perspectivas: reflexiones teóricas para la construcción de una comunidad epistémica en América Latina”, Revista de Relaciones Internacionales, Escuela de Relaciones Internacionales, Universidad Nacional de Costa Ricas, Nro. 89.2, julio-diciembre 2016. pp. 47-81.

Disponível em: https://www.academia.edu/31129704/La_paradiplomacia_desde_cinco_perspectivas_reflexiones_te%C3%B3ricas_para_la_construcci%C3%B3n_de_una_comunidad_epist%C3%A9mica_en_Am%C3%A9rica_Latina

Opinião Europeia: “Lembram-se da TINA?” – o momento geopolítico Europeu

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Uma Europa unida pela sua agena de continente, se coloca a frente de um cenário onde as caracteristicas individuais e o histórico de 70 anos de relação com os EUA se aliam, se opõe e se distanciam.

Teresa de Sousa, traz uma interessante e ampla opinião sobre este momento de relações e decisões estratégicas intra europa que tem um ator influente e fruto de um modelo de gestão praticamente unipersonal, o novo presidente dos EUA.

Passaram duas semanas desde que Donald Trump entrou na Casa Branca, que funcionaram como uma espécie de sismógrafo, registando o terramoto que está a provocar no mundo inteiro. O Presidente americano superou as piores expectativas, fazendo um grande favor a toda a gente: não cair na tentação de desvalorizar o significado da sua eleição. Mas é preciso que a poeira assente para se olhar com mais atenção para a mudança radical da política externa norte-americana, ou seja, da única e poderosa superpotência mundial. Essa mudança vai prevalecer, mesmo que se apresente, por vezes, menos radical. É preciso contar com ela e é preciso, sobretudo, lidar com ela. A Europa está no centro desta mudança porque viveu até hoje sob a protecção de uma sólida aliança transatlântica e porque percebeu, depois de alguns sonhos de grandeza, que esta aliança era tão importante no pós-Guerra Fria como foi durante o equilíbrio do terror, quando a fronteira entre dois sistemas e duas ideologias antagónicas a dividia ao meio.
– via PÚBLICO

As lideranças estão desafiadas pelo movimento populista e de caracteristicas de extrema direita que surge no cenário das eleições.
Um momento de profunda reflexão do xadrez geopolitico.

Mas esta não é sequer a questão política central que os europeus enfrentam, quando olham para a Sala Oval e vêem lá alguém disposto a destruir os pilares da relação transatlântica, que garantiram a paz e a prosperidade nos últimos 70 anos. A Europa pode singrar sozinha num mundo que nunca lhe foi tão adverso? Pode reforçar a sua defesa, aumentando os gastos e tentando compatibilizar armamento. Sozinha e dividida quanto ao seu lugar no mundo, não está em condições de combater o seu declínio estratégico e defender os seus interesses e os seus valores, dispensando os EUA. Não vale a pena cair na tentação de que há alternativas. A parceria com a China pode aumentar as trocas comerciais, mas qualquer governo ou empresário conhece os muitos entraves que Pequim coloca ao investimento estrangeiro, a falta de regras estáveis nos seus mercados ou o respeito pela propriedade intelectual. Xi Jinping pôde apresentar-se em Davos como o “timoneiro” do livre comércio mas representa um regime ditatorial que não respeita a lei internacional, desde que isso não lhe convenha (vide o conflito latente no Mar do Sul da China, provavelmente o sítio mais perigoso do mundo, se houver uma falha de comunicação entre Pequim e Washington).
– Artigo de Teresa de Sousa – via PÚBLICO

 

Veja interessante artigo e análise completa do momento europeu em https://www.publico.pt/2017/02/05/mundo/noticia/lembramse-da-tina-1760873

Tribunais desafiam decreto de Trump que proíbe entrada de muçulmanos nos EUA

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Os decretos e a sua operacionalização serão um enorme desafio a democracia americana. O fato de querer não significa poder, quando a autoridade demanda de um estado de direito.
A gestão das liberdades individuais e as decisões sobre o coletivo, pedem muito dialogo e consenso.
Este dialogo interno promete ser tão intenso e difícil quanto os desafios da politica externa.

Os tribunais federais norte-americanos estão a desafiar o decreto presidencial de Donald Trump que suspende a entrada de cidadãos de sete países muçulmanos e de refugiados nos EUA. Juízes por todo o país têm travado a aplicação do decreto, mas a Administração promete manter a proibição. Centenas de pessoas concentraram-se em protesto nos principais aeroportos, que nos últimos dias se tornaram o símbolo da América de portas fechadas.
– via PÚBLICO

Trump assina decreto que cria “escrutínio extremo” para imigrantes

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É só o inicio de uma nova ordem mundial de dialogo com imigrantes? Exemplos são tão fortes como atos.

O presidente dos EUA, Donald Trump, assinou nesta sexta-feira (27) decreto presidencial que prevê a criação de um sistema de “escrutínio extremo” para a entrada de pessoas no país, especialmente para aqueles de origem muçulmana.  “Estamos criando novas práticas de escrutínio para manter terroristas islâmicos radicais longe da América. Não os queremos aqui”, afirmou Trump, afirmou em cerimônia do Pentágono após a posse de James Mattis como secretário da Defesa. “Queremos garantir que não estamos admitindo ao nosso país as mesmas ameaças que nossos homens e mulheres estão lutando no exterior.” “Nunca vamos esquecer as lições do 11 de Setembro”, acrescentou. “Só queremos aceitar no nosso país aqueles que vão apoiar nosso país e amar profundamente nosso povo”, afirmou Trump.
– via Internacional

Embaixadora na ONU promete “anotar os nomes” dos países que não apoiarem os EUA

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A nova embaixadora dos EUA nas Nações Unidas, Nikki Haley, disse ontem que tem como mandato avaliar e reformar as agências da ONU. E lançou um alerta para os aliados dos EUA: “Se não estiverem connosco, vamos anotar os vossos nomes, e vamos fazer questão de responder na mesma moeda”. PUB Haley, até agora governadora da Carolina do Sul, sem experiência diplomática, fez estes comentários ao chegar à sede da ONU, em Nova Iorque, para apresentar credenciais ao secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres.
– via PÚBLICO

China em Davos

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A economia da China evitou uma aterrissagem forçada em 2016 graças a robustos estímulos monetários e fiscais, mas as autoridades econômicas do país agora se preparam para ventos contrários, dada a possibilidade de uma guerra comercial com os EUA, depois da posse de Donald Trump. O PIB (Produto Interno Bruto) chinês, o segundo maior do mundo em termos nominais, mas já o maior em termos de paridade de poder aquisitivo, cresceu 6,7% no ano passado, ante 6,9% em 2015. No quarto trimestre, a expansão foi de 6,8% em relação ao mesmo período de 2015. Foi o mais baixo crescimento anual desde 1990, mas cumpriu com folga a meta governamental de um crescimento de entre 6,5% e 7%. O desempenho no quarto trimestre superou a expectativa média dos economistas consultados em uma pesquisa da Reuters, que previam crescimento anualizado de 6,7%. Em discurso no Fórum Econômico Mundial de Davos, o líder chinês, Xi Jinping, defendeu o livre comércio e a globalização, oferecendo um contraste implícito com as posições de Trump. Os economistas afirmam que uma guerra comercial poderia ter pesado custo para a China.
– via www1.folha.uol.com.br

 

Por decreto, Trump retira EUA da Parceria Transpacífico

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Cumprindo uma de suas principais promessas de campanha, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou uma ordem executiva nesta segunda-feira (23) para retirar o país da Parceria Transpacífico (TPP, na sigla em inglês), peça central da estratégia comercial e geopolítica de seu antecessor, Barack Obama. A parceria estabelece normas comuns sobre questões que vão desde os direitos dos trabalhadores à proteção da propriedade intelectual. Assinado em 2015 por EUA e outros 11 países, o TPP é o maior acordo comercial da história, abrangendo 40% do PIB mundial.
A retirada americana inviabiliza o tratado, já que para entrar em vigor ele precisa ser ratificado por países que representam 85% do PIB total dos signatários –só os EUA têm 60%. “É uma grande coisa para o trabalhador americano o que acabamos de fazer”, disse Trump após assinar a ordem retirando os EUA do TPP.
Vide artigo completo em- via www1.folha.uol.com.br

Brasil e América Latina são esquecidos no último dia de Davos

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Brasil e América Latina foram despejados do mundo, no debate econômico sobre perspectivas globais, no último dia da reunião do Fórum Econômico Mundial, em Davos. Depois de cinquenta minutos, um africano levantou-se na plateia e reclamou do silêncio a respeito de África e da América Latina. O coordenador da sessão, o colunista Martin Wolf, do jornal britânico Financial Times, acolheu o protesto e pediu uma resposta à diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde. Ela fez um breve comentário sobre a África Subsaariana, com foco na Nigéria, e terminou sem uma palavra sobre os latino-americanos. No começo da sessão havia ocorrido a única referência a um latino, o México, afetado pela incerteza quanto às políticas do novo governo americano.
– via Estadão

http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,brasil-e-america-latina-sao-esquecidos-em-davos,70001635800

Vice-presidente dos EUA diz que Rússia é a maior ameaça à ordem mundial 

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“Sob o presidente Putin, a Rússia está trabalhando, com todas as ferramentas disponíveis a eles, para talhar as extremidades do projeto europeu, testar as falhas de nações ocidentais e retornar a uma política definida por esferas de influência”, disse Biden.

Reuters – UOL Notícias

Fonte: Vice-presidente dos EUA diz que Rússia é a maior ameaça à ordem mundial – Reuters – UOL Notícias