Daily Archives: 7 de fevereiro de 2015

Cooperação internacional: uma componente essencial das relações internacionais – por Eiiti Sato

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Resumo

A disseminação da industrialização e da modernidade para todas as sociedades fez com que uma das dimensões marcantes nas relações internacionais desde a Segunda Guerra Mundial fosse a expansão e institucionalização da cooperação internacional. Os governos, sejam eles de grande ou pequena expressão nos foros internacionais, passaram a integrar uma intrincada rede de instituições disseminadoras de padrões de conduta e procedimentos técnicos por diferentes sociedades, consolidando a cooperação como uma vertente de longo prazo da política externa dos países. Em última instância, a cooperação constitui-se no canal pelo qual uma nação mantém-se conectada com padrões econômicos e sociais predominantes e com as principais tendências em curso no plano da ciência e do conhecimento, bem como de suas aplicações e benefícios. O crescente avanço dos mecanismos de cooperação significa novas oportunidades e novos problemas que, por sua vez, passam a demandar a construção de sistemas de cooperação internacional mais coerentes e compatíveis entre si, seja em suas práticas, seja em suas instituições. Essa tendência defronta-se com outros problemas de caráter estrutural, o dilema entre interesses de curto-prazo e benefícios de longo-prazo e a necessidade de abordagens mais integradas, dada a crescente incapacidade de enfrentar fenômenos sociais e políticos complexos com a lógica arcaica da especialização.

Autor Eiiti Sato

Download do artigo completo em PDF: 345-1605-2-PB

ou http://www.reciis.icict.fiocruz.br/index.php/reciis/article/viewFile/345/498

 

Palavras-chave cooperação internacional; globalização; agenda internacional; política externa; Brasil

Autor Eiiti Sato

Graduação em Economia, mestrado em Relações Internacionais (Master of Philosophy), na Universidade de Cambridge, mestrado e doutorado em Sociologia pela Universidade de São Paulo (USP). Professor adjunto da Universidade de Brasília, professor e atual Diretor do Instituto de Relações Internacionais (IREL), da UnB, com mandato até 2010. Foi Presidente da Associação Brasileira de Relações Internacionais (ABRI) de setembro de 2005 a julho de 2007. caputimperare@yahoo.com DOI: 10.3395/reciis.v4i1.345pt

 

Europa — Código de Redação Interinstitucional – Paises – Denominações e siglas a utilizar

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Fonte: Serviço das Publicações — Código de Redação Interinstitucional — 7.1. Países — 7.1.1. Denominações e siglas a utilizar.

Estados-Membros

Os nomes dos Estados-Membros da União Europeia devem ser escritos e abreviados empregando as regras seguintes:

recomenda-se a utilização do código ISO com duas letras (código ISO 3166 alfa-2), exceto para a Grécia e o Reino Unido, para os quais as siglas EL e UK são preconizadas,
a ordem protocolar segue a grafia dos nomes geográficos na língua original (ver também o ponto 7.1.2, «Ordem de enumeração dos Estados»).
Denominação
abreviada nas línguas originais (nome geográfico) (1)
Denominação oficial nas línguas originais (nome protocolar) Denominação abreviada em português
(nome geográfico)
Género (M/F) Denominação oficial
em português
(nome protocolar)
Código «país» (2) Antiga sigla (2)
Belgique/België Royaume de Belgique/ Koninkrijk België Bélgica F Reino da Bélgica BE B
България (*) Република България Bulgária F República da Bulgária BG
Česká republika Česká republika República Checa F República Checa CZ
Danmark Kongeriget Danmark Dinamarca F Reino da Dinamarca DK DK
Deutschland Bundesrepublik Deutschland Alemanha F República Federal da Alemanha DE D
Eesti Eesti Vabariik Estónia F República da Estónia EE
Éire/Ireland Éire/Ireland Irlanda F Irlanda IE IRL
Ελλάδα (*) Ελληνική Δημοκρατία Grécia F República Helénica EL EL
España Reino da España Espanha F Reino da Espanha ES E
France République française França F República Francesa FR F
Hrvatska Republika Hrvatska Croácia F República da Croácia HR
Italia Repubblica italiana Itália F República Italiana IT I
Κύπρος (*) Κυπριακή Δημοκρατία Chipre M República de Chipre CY
Latvija Latvijas Republika Letónia F República da Letónia LV
Lietuva Lietuvos Respublika Lituânia F República da Lituânia LT
Luxembourg Grand-Duché de Luxembourg Luxemburgo M Grão-Ducado do Luxemburgo LU L
Magyarország Magyarország Hungria F Hungria HU
Malta Repubblika ta’ Malta Malta F República de Malta MT
Nederland Koninkrijk der Nederlanden Países Baixos M Reino dos Países Baixos NL NL
Österreich Republik Österreich Áustria F República da Áustria AT A
Polska Rzeczpospolita Polska Polónia F República da Polónia PL
Portugal República Portuguesa Portugal M República Portuguesa PT P
România România Roménia F Roménia RO
Slovenija Republika Slovenija Eslovénia F República da Eslovénia SI
Slovensko Slovenská republika Eslováquia F República Eslovaca SK
Suomi/Finland Suomen tasavalta/ Republiken Finland Finlândia F República da Finlândia FI FIN
Sverige Konungariket Sverige Suécia F Reino da Suécia SE S
United Kingdom United Kingdom of Great Britain and Northern Ireland Reino Unido M Reino Unido da Grã-Bretanha e daIrlanda do Norte UK UK
(*)
Transcrições latinas: България = Bulgaria; Ελλάδα = Elláda; Κύπρος = Kýpros.
(1)
A denominação abreviada na ou nas línguas originais serve para determinar a ordem protocolar, sendo também utilizada nos documentos ou nas apresentações multilingues (ver o ponto 7.1.2).
(2)
Sigla a utilizar = código ISO, exceto para a Grécia e o Reino Unido, para os quais se deve utilizar EL e UK (ISO = GR e GB). As antigas siglas foram utilizadas até o fim de 2002 (geralmente retiradas do código internacional para os veículos automóveis).
N.B.:

Não utilizar as formas «República da Irlanda ou irlandesa».

Utilizar «Países Baixos» e não «Holanda», que constitui apenas uma parte dos Países Baixos (duas províncias).

Utilizar «Reino Unido» para designar o Estado-Membro e não «Grã-Bretanha» (constituída pela Inglaterra, Escócia e País de Gales).
O Reino Unido, para além destas três entidades, inclui também a Irlanda do Norte.
O termo puramente geográfico «ilhas Britânicas» compreende também a Irlanda e as dependências da Coroa (ilha de Man e ilhas Anglo-Normandas que fazem parte do Reino Unido).

(a)

Países terceiros

Para os países terceiros é conveniente utilizar também o código ISO 3166 alfa-2 (código de duas posições).

Para a grafia dos nomes (nomes curtos, nomes protocolares, lista dos códigos ISO), ver os anexos A5 e A6.

Para a ordem preconizada, ver o ponto 7.1.2(a).

(b)
EU-28 e países candidatos (enfr)

Países candidatos

Denominação abreviada
na língua original
(nome geográfico)
Género (M/F) Denominação abreviada
em português
(nome geográfico)
Denominação oficial
em português
(nome protocolar)
Código «país»
Crna Gora/Црна Гора M Montenegro Montenegro ME
Ísland F Islândia República da Islândia IS
поранешна југословенска Република Македонија (*) F antiga República jugoslava da Macedónia antiga República jugoslava da Macedónia (a definir)
Shqipëria F Albânia República da Albânia AL
Сpбија (*) F Sérvia República da Sérvia RS
Türkiye F Turquia República da Turquia TR
(*)
Transcrições latinas: поранешна југословенска Република Македонија = poranešna jugoslovenska Republika Makedonija; Сpбија = Srbija.
(c)

Denominação oficial ou abreviada?

forma longa (denominação oficial) é utilizada quando o Estado é visado enquanto entidade jurídica:

A destinatária da presente diretiva é a República Francesa.

O Reino da Bélgica é autorizado a …

N.B.:
No entanto, se a recorrência do nome do Estado num texto der preferência à forma curta, é conveniente introduzi-la, no início, através da fórmula «a seguir denominado(a) “…”».

forma curta (denominação abreviada) é utilizada quando o Estado é visado enquanto espaço geográfico ou económico:

Os trabalhadores residentes em França (ou: no território da França/no território francês)

As exportações da Grécia

N.B.:
Em alguns Estados, a forma longa e a forma curta são coincidentes:

a República Checa

a Roménia