Monthly Archives: dezembro 2016

Gasto militar e Ucrânia assombram a Rússia, 25 anos depois da URSS

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IGOR GIELOW
NA RÚSSIA
25/12/2016 02h00
– via www1.folha.uol.com.br

Quando a bandeira vermelha da União Soviética desceu o mastro do Kremlin no gelado 25 de dezembro de 1991, poucos poderiam prever que em um mero quarto de século os elementos que levaram à derrocada do império comunista seguiriam a assombrar Moscou.

Queda nos preços do petróleo que move sua economia intrinsecamente disfuncional, elevação de gastos militares e o desafio representado pela Ucrânia. O que foi fatal há 25 anos ameaça agora os planos de Vladimir Putin de resgatar o prestígio da antiga superpotência.
Veja artigo em www1.folha.uol.com.br

http://www1.folha.uol.com.br/mundo/2016/12/1844364-petroleo-e-ucrania-assombram-a-russia-25-anos-depois-da-urss.shtml o

Trump, China y Argentina – El Economista

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El pasado 2 de diciembre, el presidente electo de Estados Unidos, Donald Trump, quebró un protocolo de “buenos modales” internacionales que se mantenía desde 1979: llamó por teléfono a la presidenta de Taiwán, Tsai Ing-wen, violando la política de “una sola China” que considera que todo lo ocurrido en Taiwán, Hong Kong y Macao son asuntos de política interna que atañen al Partido Comunista chino. Esta ha sido una clara señal de la política externa que Trump tendrá hacia China, mucho más agresiva y contestataria que la que tuvo Obama. A fin de cuentas, China fue reiteradamente el chivo expiatorio que Trump utilizó durante su campaña presidencial para explicar la decadencia de la industria norteamericana.

 

Muchos analistas internacionales han sugerido que la retórica del presidente electo brinda una oportunidad para que China haga incursiones más agresivas en América Latina, el patio trasero histórico de Estados Unidos, sin miedo a tocar intereses de este último. Por ejemplo, el presidente chino, Xi Jinping, promovió recientemente un bloque comercial dirigido por China como una alternativa a la Asociación Transpacífica en una reunión de 21 líderes del Pacífico que tuvo lugar en Perú, el pasado 19 de noviembre. Si la relación se tensa, ¿cómo afectará a Argentina? Nosotros pensamos que habrá más continuidades que cambios. Si la respuesta a esta pregunta le intriga, aquí están las cinco cosas que usted necesita saber sobre cómo están las relaciones hoy.

 

1Pekin ya ha estado llenando el vacío que Estados Unidos dejó en América Latina por varios años. En un reciente artículo publicado en Latin American Politics and Society, junto a colegas de la Universidad de São Paulo, examinamos el patrón de la actividad económica china en América Latina entre 2003 y 2014. Encontramos que mientras la exportación de commodities al mercado chino estuvo impulsada por variables meramente comerciales (variación de precios, demanda interna, etcétera), el comportamiento de las empresas estatales chinas invirtiendo en la región, los préstamos estatales de bancos chinos y las exportaciones de manufacturas chinas hacia la región se dirigieron en mayor medida a los países latinoamericanos donde Estados Unidos eran menos influyentes política y económicamente.

 

Estos son los sectores más propensos a ser utilizados por Pekín como herramientas de diplomacia económica. En el mismo artículo encontramos que los países con relaciones diplomáticas con Taiwán recibieron sustantivamente menos inversiones y préstamos de China, lo que puede reforzarse aún más luego del llamado de Trump. Este no es un dato menor, teniendo en cuenta que 11 de los 21 países que actualmente reconocen a Taiwán como país soberano están en la región.

 

2Diciembre era la fecha límite para reconocer a China como economía de mercado y Mauricio Macri no cedió a las presiones de la Unión Industrial Argentina (UIA). Cuando China se incorporó a la Organización Mundial del Comercio (OMC), se estableció un plazo de quince años para que todos los países miembros la reconocieran como economía de mercado, lo que tiene un efecto directo sobre el uso de medidas anti dumping contra el país reconocido. Durante la visita de Hu Jintao a América del Sur en 2004, Argentina y China firmaron un memorando de entendimiento que reconoció a China como una economía de mercado en su primer artículo. El memorando no tiene validez jurídica alguna, y la UIA hizo lobby tanto durante el Gobierno de Cristina Fernández de Kirchner como en el de Macri para que Argentina formalmente no reconozca tal estatus sobre el argumento de que China vendía sus productos manufacturados a precios por debajo de los establecidos como “normales” por la OMC. Como ha demostrado un estudio reciente, ésta no es una discusión técnica, como puede parecer, sino política.

 

Para el Gobierno chino era un objetivo central de política económica que este plazo se cumpliera. Sin embargo, Estados Unidos ni la Unión Europea han concedido este reconocimiento. ¿Y Argentina? El Gobierno de Macri, que reafirmó el estatus de economía de mercado durante la última reunión del G-20, hizo vista gorda a los reclamos de la UIA tratando de no generar fricciones comerciales con los asiáticos. Es que mientras la UIA presionaba para que no se hiciera dicho reconocimiento, el sector del agro estaba desesperado por dar señales de conciliación con los chinos, que para presionar al Gobierno dejaron de comprar aceite de soja a principios de año.

Lea todo el articulo en/Fonte: Trump, China y Argentina – El Economista

Sistema Galileo, semelhante ao GPS, é vitória europeia na Terra e no céu

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Na última quinta-feira (15), a União Europeia (UE) alcançou uma grande vitória: Galileo começou a operar. Sistema de geolocalização similar ao GPS americano ou, numa escala mais modesta, ao sistema de navegação russo Glonass, ao chinês Beidou e ao indiano IRNSS, que começará a funcionar numa escala regional em 2017, Galileo atravessou muitas dificuldades antes de se instalar no espaço. Além de várias outras vantagens, Galileo tem uma precisão dez vezes melhor que o GPS no solo, ou seja, menos de um metro contra dez metros.

Desde o lançamento do projeto, em 1999, os Estados Unidos começaram a questionar a iniciativa. Depois do atentado de 11 de setembro de 2001, as pressões americanas aumentaram. Em dezembro do mesmo ano, o então vice-ministro da Defesa dos Estados Unidos, Paulo Wolfowitz, enviou uma mensagem aos ministros de Defesa da UE externando “preocupações” sobre as interferências que Galileo poderia ter sobre o GPS militar americano (que é criptografado) no caso de operações militares da Otan.

Leia matéria completa/Fonte: Sistema Galileo, semelhante ao GPS, é vitória europeia na Terra e no céu – Blogs – UOL Notícias

Turquia fecha fronteira com Síria, e zona vira “faixa da morte”

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Riham Alkousaa e Maximilian Popp  – Na fronteira entre Síria e Turquia  – 

Assad e a Rússia estão destruindo Aleppo, e dezenas de milhares de sírios deixaram a cidade em busca de segurança. Mas a Turquia, sofrendo pressão da Europa, fechou sua fronteira com a Síria. Aqueles que tentam atravessá-la muitas vezes não sobrevivem.

Bashar Mustafa, 14, guiava uma família de Aleppo pela área do limite entre a Síria e a Turquia, e ainda estava a algumas centenas de metros da fronteira quando ele ouviu soldados turcos gritando através de seus megafones: “Parem!”

De repente, Bashar ouviu o barulho de disparos de metralhadora e se jogou no chão. Ele viu seu primo Ali, 15, caído imóvel na poeira a alguns metros de distância, com sangue escorrendo pelo rosto. Ele havia sido atingido na cabeça por uma bala e Bashar queria correr para ajudá-lo, mas os soldados continuaram disparando. Ele foi obrigado a passar várias horas se escondendo entre arbustos espinhosos, e só quando os guardas da fronteira pararam de atirar na manhã seguinte é que ele foi capaz de recuperar o corpo de seu primo.

Enquanto se senta à sombra de uma oliveira nos campos do norte da Síria, ele relata a história de sua dramática experiência, que aconteceu no começo do verão de 2016. Seu cabelo é curto e preto, e ele usa uma camisa polo velha. Seus olhos se enchem de lágrimas enquanto ele conta a história do que aconteceu com ele e Ali. É o tipo de coisa que tem acontecido com as pessoas na fronteira entre Síria e Turquia quase todos os dias, nos últimos meses.

 

Materia completa:

http://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/derspiegel/2016/12/12/turquia-fecha-fronteira-com-siria-e-zona-vira-faixa-da-morte.htm

Como é o campo de Relações Internacionais na América do Sul?

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O desenvolvimento do campo de estudo em Relações Internacionais tem acontecido em toda a América do Sul, com o aumento do número de pesquisas, cursos de Relações Internacionais, revistas especializadas na área e artigos envolvendo questões e teorias internacionais em periódicos de outros campos do conhecimento. Frente a esse assunto, Marcelo de Almeida Medeiros, Israel Barnabé, Rodrigo Albuquerque e Rafael Lima propõem-se a analisar como é o campo de Relações Internacionais na América do Sul, por meio do artigo What does the field of International Relations look like in South America?, publicado na edição 1/2016 da  Revista Brasileira de Política Internacional – RBPI.

Mundorama. “Como é o campo de Relações Internacionais na América do Sul? – uma entrevista com os autores, por Patrícia Martuscelli”. Mundorama – Revista de Divulgação Científica em Relações Internacionais, [acessado em 02/12/2016]. Disponível em: <http://www.mundorama.net/2016/12/02/como-e-o-campo-de-relacoes-internacionais-na-america-do-sul-uma-entrevista-com-os-autores-por-patricia-martuscelli/>.

Países do Mercosul oficializam suspensão da Venezuela do bloco

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Países do Mercosul oficializam suspensão da Venezuela do bloco
ISABEL FLECK – FOLHA DE SÃO PAULO

01/12/2016 21h30 – Atualizado às 22h52

Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai decidiram suspender a Venezuela do Mercosul nesta quinta-feira (1º), após o país não cumprir as obrigações assumidas quando se incorporou ao bloco, em 2012.

Os chanceleres dos quatro países assinaram a notificação de suspensão nesta quinta. O texto determina que seja “cessado o exercício dos direitos contra nossa pátria com suas ações antijurídicas”, disse.

A chanceler publicou ainda uma nota de membros do Parlamento do Mercosul pedindo a proteção da “institucionalidade” do bloco. A carta, desta quinta, foi assinada por 12 dos 122 parlamentares.

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