Monthly Archives: janeiro 2017

Tribunais desafiam decreto de Trump que proíbe entrada de muçulmanos nos EUA

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Os decretos e a sua operacionalização serão um enorme desafio a democracia americana. O fato de querer não significa poder, quando a autoridade demanda de um estado de direito.
A gestão das liberdades individuais e as decisões sobre o coletivo, pedem muito dialogo e consenso.
Este dialogo interno promete ser tão intenso e difícil quanto os desafios da politica externa.

Os tribunais federais norte-americanos estão a desafiar o decreto presidencial de Donald Trump que suspende a entrada de cidadãos de sete países muçulmanos e de refugiados nos EUA. Juízes por todo o país têm travado a aplicação do decreto, mas a Administração promete manter a proibição. Centenas de pessoas concentraram-se em protesto nos principais aeroportos, que nos últimos dias se tornaram o símbolo da América de portas fechadas.
– via PÚBLICO

Trump assina decreto que cria “escrutínio extremo” para imigrantes

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É só o inicio de uma nova ordem mundial de dialogo com imigrantes? Exemplos são tão fortes como atos.

O presidente dos EUA, Donald Trump, assinou nesta sexta-feira (27) decreto presidencial que prevê a criação de um sistema de “escrutínio extremo” para a entrada de pessoas no país, especialmente para aqueles de origem muçulmana.  “Estamos criando novas práticas de escrutínio para manter terroristas islâmicos radicais longe da América. Não os queremos aqui”, afirmou Trump, afirmou em cerimônia do Pentágono após a posse de James Mattis como secretário da Defesa. “Queremos garantir que não estamos admitindo ao nosso país as mesmas ameaças que nossos homens e mulheres estão lutando no exterior.” “Nunca vamos esquecer as lições do 11 de Setembro”, acrescentou. “Só queremos aceitar no nosso país aqueles que vão apoiar nosso país e amar profundamente nosso povo”, afirmou Trump.
– via Internacional

Embaixadora na ONU promete “anotar os nomes” dos países que não apoiarem os EUA

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A nova embaixadora dos EUA nas Nações Unidas, Nikki Haley, disse ontem que tem como mandato avaliar e reformar as agências da ONU. E lançou um alerta para os aliados dos EUA: “Se não estiverem connosco, vamos anotar os vossos nomes, e vamos fazer questão de responder na mesma moeda”. PUB Haley, até agora governadora da Carolina do Sul, sem experiência diplomática, fez estes comentários ao chegar à sede da ONU, em Nova Iorque, para apresentar credenciais ao secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres.
– via PÚBLICO

China em Davos

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A economia da China evitou uma aterrissagem forçada em 2016 graças a robustos estímulos monetários e fiscais, mas as autoridades econômicas do país agora se preparam para ventos contrários, dada a possibilidade de uma guerra comercial com os EUA, depois da posse de Donald Trump. O PIB (Produto Interno Bruto) chinês, o segundo maior do mundo em termos nominais, mas já o maior em termos de paridade de poder aquisitivo, cresceu 6,7% no ano passado, ante 6,9% em 2015. No quarto trimestre, a expansão foi de 6,8% em relação ao mesmo período de 2015. Foi o mais baixo crescimento anual desde 1990, mas cumpriu com folga a meta governamental de um crescimento de entre 6,5% e 7%. O desempenho no quarto trimestre superou a expectativa média dos economistas consultados em uma pesquisa da Reuters, que previam crescimento anualizado de 6,7%. Em discurso no Fórum Econômico Mundial de Davos, o líder chinês, Xi Jinping, defendeu o livre comércio e a globalização, oferecendo um contraste implícito com as posições de Trump. Os economistas afirmam que uma guerra comercial poderia ter pesado custo para a China.
– via www1.folha.uol.com.br

 

Por decreto, Trump retira EUA da Parceria Transpacífico

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Cumprindo uma de suas principais promessas de campanha, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou uma ordem executiva nesta segunda-feira (23) para retirar o país da Parceria Transpacífico (TPP, na sigla em inglês), peça central da estratégia comercial e geopolítica de seu antecessor, Barack Obama. A parceria estabelece normas comuns sobre questões que vão desde os direitos dos trabalhadores à proteção da propriedade intelectual. Assinado em 2015 por EUA e outros 11 países, o TPP é o maior acordo comercial da história, abrangendo 40% do PIB mundial.
A retirada americana inviabiliza o tratado, já que para entrar em vigor ele precisa ser ratificado por países que representam 85% do PIB total dos signatários –só os EUA têm 60%. “É uma grande coisa para o trabalhador americano o que acabamos de fazer”, disse Trump após assinar a ordem retirando os EUA do TPP.
Vide artigo completo em- via www1.folha.uol.com.br

Brasil e América Latina são esquecidos no último dia de Davos

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Brasil e América Latina foram despejados do mundo, no debate econômico sobre perspectivas globais, no último dia da reunião do Fórum Econômico Mundial, em Davos. Depois de cinquenta minutos, um africano levantou-se na plateia e reclamou do silêncio a respeito de África e da América Latina. O coordenador da sessão, o colunista Martin Wolf, do jornal britânico Financial Times, acolheu o protesto e pediu uma resposta à diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde. Ela fez um breve comentário sobre a África Subsaariana, com foco na Nigéria, e terminou sem uma palavra sobre os latino-americanos. No começo da sessão havia ocorrido a única referência a um latino, o México, afetado pela incerteza quanto às políticas do novo governo americano.
– via Estadão

http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,brasil-e-america-latina-sao-esquecidos-em-davos,70001635800

Vice-presidente dos EUA diz que Rússia é a maior ameaça à ordem mundial 

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“Sob o presidente Putin, a Rússia está trabalhando, com todas as ferramentas disponíveis a eles, para talhar as extremidades do projeto europeu, testar as falhas de nações ocidentais e retornar a uma política definida por esferas de influência”, disse Biden.

Reuters – UOL Notícias

Fonte: Vice-presidente dos EUA diz que Rússia é a maior ameaça à ordem mundial – Reuters – UOL Notícias

Morreu Mário Soares. Adeus a um português maior

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Morreu Mário Soares. Adeus a um português maior – PÚBLICO

Lutou como poucos contra a ditadura, foi preso, casou na prisão, teve de deixar o país. Regressou depois do 25 de Abril para ser um pouco de tudo na política (deputado, ministro, primeiro-ministro, Presidente da República e eurodeputado). Mário Soares, o rosto maior da democracia portuguesa, morreu neste sábado aos 92 anos, avança a Lusa. Estava internado desde terça-feira, 13 de Dezembro, no Hospital da Cruz Vermelha, onde entrou em situação crítica, depois de uma indisposição. Passou dez dias nos cuidados intensivos, para onde regressou na véspera de Natal, depois de um súbito agravamento do estado de saúde e onde esteve até este sábado. Quem olhar para os últimos 50 anos da história de Portugal vai encontrar sempre Mário Soares: no ataque à ditadura, na libertação democrática, na resistência ao comunismo, na opção europeia, na solidez democrática. Foi, nos momentos decisivos, o líder de que Portugal precisava – e é por isso que hoje o país lhe deve muito.

Leia materia completa em: http://publico.uol.com.br/politica/noticia/morreu-mario-soares-adeus-a-um-portugues-maior-1756035