Author Archives: Luiz A. Rolim de Moura

About Luiz A. Rolim de Moura

Administrador de Empresas com Mestrado em Engenharia de Produção pela UFSC Brasil e pós graduações em Adm Empresas, Turismo e Gestão de Pessoas. Experiencia em gestão de projetos e atividades de cooperação empresarial, desenvolvimento de metodologias de integração produtiva e institucional, dialogo publico/privado na America Latina e junto a cooperação Européia descentralizada. É docente a nível superior em pós graduação, com experiencia em coordenação de cursos superiores e docência em graduação de Engenharia Ambiental, Turismo, Hotelaria e Administração. Foi gestor de instituições do terceiro setor, sendo ex-presidente de sindicato patronal de hotéis, bares e similares de Foz do Iguaçu, associações empresariais (ABIH PR) e de representação profissional. Atuou como gestor público, com atuações como Presidente do Centro de Convenções de Foz do Iguaçu, Diretor de Marketing do Órgão Oficial de Turismo de Foz do Iguaçu e Secretário de Industria de Comércio de Foz do Iguaçu PR Brasil.

Gasto militar e Ucrânia assombram a Rússia, 25 anos depois da URSS

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IGOR GIELOW
NA RÚSSIA
25/12/2016 02h00
– via www1.folha.uol.com.br

Quando a bandeira vermelha da União Soviética desceu o mastro do Kremlin no gelado 25 de dezembro de 1991, poucos poderiam prever que em um mero quarto de século os elementos que levaram à derrocada do império comunista seguiriam a assombrar Moscou.

Queda nos preços do petróleo que move sua economia intrinsecamente disfuncional, elevação de gastos militares e o desafio representado pela Ucrânia. O que foi fatal há 25 anos ameaça agora os planos de Vladimir Putin de resgatar o prestígio da antiga superpotência.
Veja artigo em www1.folha.uol.com.br

http://www1.folha.uol.com.br/mundo/2016/12/1844364-petroleo-e-ucrania-assombram-a-russia-25-anos-depois-da-urss.shtml o

Trump, China y Argentina – El Economista

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El pasado 2 de diciembre, el presidente electo de Estados Unidos, Donald Trump, quebró un protocolo de “buenos modales” internacionales que se mantenía desde 1979: llamó por teléfono a la presidenta de Taiwán, Tsai Ing-wen, violando la política de “una sola China” que considera que todo lo ocurrido en Taiwán, Hong Kong y Macao son asuntos de política interna que atañen al Partido Comunista chino. Esta ha sido una clara señal de la política externa que Trump tendrá hacia China, mucho más agresiva y contestataria que la que tuvo Obama. A fin de cuentas, China fue reiteradamente el chivo expiatorio que Trump utilizó durante su campaña presidencial para explicar la decadencia de la industria norteamericana.

 

Muchos analistas internacionales han sugerido que la retórica del presidente electo brinda una oportunidad para que China haga incursiones más agresivas en América Latina, el patio trasero histórico de Estados Unidos, sin miedo a tocar intereses de este último. Por ejemplo, el presidente chino, Xi Jinping, promovió recientemente un bloque comercial dirigido por China como una alternativa a la Asociación Transpacífica en una reunión de 21 líderes del Pacífico que tuvo lugar en Perú, el pasado 19 de noviembre. Si la relación se tensa, ¿cómo afectará a Argentina? Nosotros pensamos que habrá más continuidades que cambios. Si la respuesta a esta pregunta le intriga, aquí están las cinco cosas que usted necesita saber sobre cómo están las relaciones hoy.

 

1Pekin ya ha estado llenando el vacío que Estados Unidos dejó en América Latina por varios años. En un reciente artículo publicado en Latin American Politics and Society, junto a colegas de la Universidad de São Paulo, examinamos el patrón de la actividad económica china en América Latina entre 2003 y 2014. Encontramos que mientras la exportación de commodities al mercado chino estuvo impulsada por variables meramente comerciales (variación de precios, demanda interna, etcétera), el comportamiento de las empresas estatales chinas invirtiendo en la región, los préstamos estatales de bancos chinos y las exportaciones de manufacturas chinas hacia la región se dirigieron en mayor medida a los países latinoamericanos donde Estados Unidos eran menos influyentes política y económicamente.

 

Estos son los sectores más propensos a ser utilizados por Pekín como herramientas de diplomacia económica. En el mismo artículo encontramos que los países con relaciones diplomáticas con Taiwán recibieron sustantivamente menos inversiones y préstamos de China, lo que puede reforzarse aún más luego del llamado de Trump. Este no es un dato menor, teniendo en cuenta que 11 de los 21 países que actualmente reconocen a Taiwán como país soberano están en la región.

 

2Diciembre era la fecha límite para reconocer a China como economía de mercado y Mauricio Macri no cedió a las presiones de la Unión Industrial Argentina (UIA). Cuando China se incorporó a la Organización Mundial del Comercio (OMC), se estableció un plazo de quince años para que todos los países miembros la reconocieran como economía de mercado, lo que tiene un efecto directo sobre el uso de medidas anti dumping contra el país reconocido. Durante la visita de Hu Jintao a América del Sur en 2004, Argentina y China firmaron un memorando de entendimiento que reconoció a China como una economía de mercado en su primer artículo. El memorando no tiene validez jurídica alguna, y la UIA hizo lobby tanto durante el Gobierno de Cristina Fernández de Kirchner como en el de Macri para que Argentina formalmente no reconozca tal estatus sobre el argumento de que China vendía sus productos manufacturados a precios por debajo de los establecidos como “normales” por la OMC. Como ha demostrado un estudio reciente, ésta no es una discusión técnica, como puede parecer, sino política.

 

Para el Gobierno chino era un objetivo central de política económica que este plazo se cumpliera. Sin embargo, Estados Unidos ni la Unión Europea han concedido este reconocimiento. ¿Y Argentina? El Gobierno de Macri, que reafirmó el estatus de economía de mercado durante la última reunión del G-20, hizo vista gorda a los reclamos de la UIA tratando de no generar fricciones comerciales con los asiáticos. Es que mientras la UIA presionaba para que no se hiciera dicho reconocimiento, el sector del agro estaba desesperado por dar señales de conciliación con los chinos, que para presionar al Gobierno dejaron de comprar aceite de soja a principios de año.

Lea todo el articulo en/Fonte: Trump, China y Argentina – El Economista

Sistema Galileo, semelhante ao GPS, é vitória europeia na Terra e no céu

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Na última quinta-feira (15), a União Europeia (UE) alcançou uma grande vitória: Galileo começou a operar. Sistema de geolocalização similar ao GPS americano ou, numa escala mais modesta, ao sistema de navegação russo Glonass, ao chinês Beidou e ao indiano IRNSS, que começará a funcionar numa escala regional em 2017, Galileo atravessou muitas dificuldades antes de se instalar no espaço. Além de várias outras vantagens, Galileo tem uma precisão dez vezes melhor que o GPS no solo, ou seja, menos de um metro contra dez metros.

Desde o lançamento do projeto, em 1999, os Estados Unidos começaram a questionar a iniciativa. Depois do atentado de 11 de setembro de 2001, as pressões americanas aumentaram. Em dezembro do mesmo ano, o então vice-ministro da Defesa dos Estados Unidos, Paulo Wolfowitz, enviou uma mensagem aos ministros de Defesa da UE externando “preocupações” sobre as interferências que Galileo poderia ter sobre o GPS militar americano (que é criptografado) no caso de operações militares da Otan.

Leia matéria completa/Fonte: Sistema Galileo, semelhante ao GPS, é vitória europeia na Terra e no céu – Blogs – UOL Notícias

Turquia fecha fronteira com Síria, e zona vira “faixa da morte”

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Riham Alkousaa e Maximilian Popp  – Na fronteira entre Síria e Turquia  – 

Assad e a Rússia estão destruindo Aleppo, e dezenas de milhares de sírios deixaram a cidade em busca de segurança. Mas a Turquia, sofrendo pressão da Europa, fechou sua fronteira com a Síria. Aqueles que tentam atravessá-la muitas vezes não sobrevivem.

Bashar Mustafa, 14, guiava uma família de Aleppo pela área do limite entre a Síria e a Turquia, e ainda estava a algumas centenas de metros da fronteira quando ele ouviu soldados turcos gritando através de seus megafones: “Parem!”

De repente, Bashar ouviu o barulho de disparos de metralhadora e se jogou no chão. Ele viu seu primo Ali, 15, caído imóvel na poeira a alguns metros de distância, com sangue escorrendo pelo rosto. Ele havia sido atingido na cabeça por uma bala e Bashar queria correr para ajudá-lo, mas os soldados continuaram disparando. Ele foi obrigado a passar várias horas se escondendo entre arbustos espinhosos, e só quando os guardas da fronteira pararam de atirar na manhã seguinte é que ele foi capaz de recuperar o corpo de seu primo.

Enquanto se senta à sombra de uma oliveira nos campos do norte da Síria, ele relata a história de sua dramática experiência, que aconteceu no começo do verão de 2016. Seu cabelo é curto e preto, e ele usa uma camisa polo velha. Seus olhos se enchem de lágrimas enquanto ele conta a história do que aconteceu com ele e Ali. É o tipo de coisa que tem acontecido com as pessoas na fronteira entre Síria e Turquia quase todos os dias, nos últimos meses.

 

Materia completa:

http://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/derspiegel/2016/12/12/turquia-fecha-fronteira-com-siria-e-zona-vira-faixa-da-morte.htm

Como é o campo de Relações Internacionais na América do Sul?

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O desenvolvimento do campo de estudo em Relações Internacionais tem acontecido em toda a América do Sul, com o aumento do número de pesquisas, cursos de Relações Internacionais, revistas especializadas na área e artigos envolvendo questões e teorias internacionais em periódicos de outros campos do conhecimento. Frente a esse assunto, Marcelo de Almeida Medeiros, Israel Barnabé, Rodrigo Albuquerque e Rafael Lima propõem-se a analisar como é o campo de Relações Internacionais na América do Sul, por meio do artigo What does the field of International Relations look like in South America?, publicado na edição 1/2016 da  Revista Brasileira de Política Internacional – RBPI.

Mundorama. “Como é o campo de Relações Internacionais na América do Sul? – uma entrevista com os autores, por Patrícia Martuscelli”. Mundorama – Revista de Divulgação Científica em Relações Internacionais, [acessado em 02/12/2016]. Disponível em: <http://www.mundorama.net/2016/12/02/como-e-o-campo-de-relacoes-internacionais-na-america-do-sul-uma-entrevista-com-os-autores-por-patricia-martuscelli/>.

Países do Mercosul oficializam suspensão da Venezuela do bloco

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Países do Mercosul oficializam suspensão da Venezuela do bloco
ISABEL FLECK – FOLHA DE SÃO PAULO

01/12/2016 21h30 – Atualizado às 22h52

Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai decidiram suspender a Venezuela do Mercosul nesta quinta-feira (1º), após o país não cumprir as obrigações assumidas quando se incorporou ao bloco, em 2012.

Os chanceleres dos quatro países assinaram a notificação de suspensão nesta quinta. O texto determina que seja “cessado o exercício dos direitos contra nossa pátria com suas ações antijurídicas”, disse.

A chanceler publicou ainda uma nota de membros do Parlamento do Mercosul pedindo a proteção da “institucionalidade” do bloco. A carta, desta quinta, foi assinada por 12 dos 122 parlamentares.

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– via www1.folha.uol.com.br

O fim do Comandante Fidel, a renovação de um mito decadente.

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Pois bem, morreu Fidel. Hoje ao despertar com esta noticia, me tocou pensar que na realidade agora começa de fato a vida do revolucionário, assumindo o seu papel de mito, se distanciando da dura verdade, relegando ao esquecimento a presença incômoda dos fatos da vida real. Fidel trouxe em um momento histórico, ao mundo real algo que só existia na Biblia, o fato do Davi cubano derrubar o Golias americano.
 
O custo e a estratégia sangrenta envolvida, o meios, se fizeram aos olhos do movimento revolucionário (ou guerrilheiro latino americano), com que as barbaridades e o sangue derramado fosse colocado como um pedágio para um mundo livre da prepotência insana de Washington e a sua forma de usar e abusar de Cuba.
 
Sem entrar no mérito entre comunismo e capitalismo, se enterraram profundamente no solo de cuba os princípios universais do livre pensamento e da palavra sem censura. Criaram gerações de admiradores de um governo tão prepotente quanto o que combateu.
 
Curioso que os que sonham e defendem o comunismo e o socialismo a la Fidel, são os mesmos que defendem a liberdade de expressão apenas para os meios que lhes sejam de interesse, como se isto fosse possível (vida caso do Brasil nesta ultima década).
 
O maior patrimônio de Fidel não foram os seus feitos ou o fato de ter sido um dos mais sanguinários ditadores, fazer tudo de ruim e de bom que fez, foi sim manipular e seduzir o meio que mais desprezou e combateu, e onde repousa o seu maior dom e fortaleza: o da comunicação, a imprensa.
 
É como se o escorpião transformasse o seu veneno em água benta, não deixando em momento algum de ser veneno, mas gerando uma deturpada crença que os seus danos justificariam a utopia de seu beneficio.
 
O mundo não perdeu Fidel, o mundo agora tem o renascer um personagem que será maior que o que realmente fez, o triunfo de uma personalidade maior que o de bom e de muito ruim fez e representou.
Não sabemos quem ele será agora, mas sabemos muito bem quem foi.

Livro: Pactos territoriales en la construcción de regiones transfronterizas: por una mayor integración a múltiples niveles

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El cambio de paradigma con respecto a las políticas de frontera y la cooperación transfronteriza no se ha traducido necesariamente en mayor atención al tema en los mecanismos de integración regional. Por esta razón, concibiendo a las fronteras como espacios internacionales en donde se condensan las relaciones entre las poblaciones locales (relaciones de contigüidad) y el accionar de los diferentes niveles del Estado (relaciones interinstitucionales y multinivel) de varios países, nuestra propuesta es mostrar cómo la cooperación transfronteriza es un eslabón clave en la consolidación y el afianzamiento de los procesos de integración, “desde abajo”. Si la integración fronteriza es una estrategia clave para el desarrollo económico y social, para la gobernabilidad democrática y la reducción de asimetrías, lo es también para estrechar los lazos de cooperación política entre los Estados y favorecer procesos de integración regional.

El libro se puede descargar gratuitamente del sitio web de la CEPAL: http://repositorio.cepal.org/…/11362/40606/1/S1600246_es.pdf

Oddone, Nahuel
Quiroga Barrera Oro, Martín
Sartori de Almeida Prado, Henrique
Williner, Alicia

Data de publicação 2016-09-13

Serie:Serie Desarrollo TerritorialNo.2077 p.

Base russa no Caribe venezuelano alerta Brasil – Instalação é um novo ponto de tensão em meio à delicada relação bilateral com vizinho ( O Estado de S.Paulo)

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Roberto Godoy, O Estado de S.Paulo – 23 Outubro 2016 | 05h00
A Rússia quer montar no litoral caribenho da Venezuela uma base aeronaval ou, ao menos, um centro de apoio técnico para navios e aviões de ataque em missão de longa distância. A iniciativa faz parte do plano do governo do presidente Vladimir Putin, de recuperação da rede de instalações militares que era mantida em 15 países pela extinta União Soviética, segundo revelou há uma semana o vice-ministro da Defesa, Nikolai Pankov, durante apresentação na Duma, a câmara baixa do legislativo.

Forças russas e venezuelanas realizam exercícios conjuntos desde 2008. Alguns dos ensaios envolveram o deslocamento de grandes bombardeiros supersônicos e navios de capacidade estratégica. O fornecimento de equipamentos de defesa russos para as forças bolivarianas é estimado em cerca de US$ 10 bilhões, em contratos celebrados por 11 anos a contar de 2005.

Segundo disse ao Estado um ex-ministro da Defesa da Venezuela (hoje na oposição ao governo do presidente Nicolás Maduro), o complexo russo pode ser construído em Puerto Cabello, no litoral norte do país, um ponto avançado de rápido acesso ao Mar do Caribe. No local funciona a base Agustin Armário, a maior da Marinha local. “O sistema exigiria poucas adaptações para atender embarcações russas – o mesmo se aplica quanto às aeronaves e o aeroporto da cidade”, destacou o ex-ministro.

Em Puerto Cabello opera a Refinaria de El Palito, um amplo terminal da PDVSA. Em crise, a unidade de processamento da estatal de óleo e gás estaria produzindo apenas 30% de sua capacidade estimada de 140 mil barris/dia. O que se pode comprar com salário mínimo na Venezuela.

Embora de longo prazo, é um segundo ponto de alerta para as autoridades brasileiras – depois da onda migratória de candidatos a refugiados na linha de 1.492 km de fronteira binacional – na delicada relação bilateral entre Brasília e Caracas. A questão é tratada com cuidado pelo governo. Em nota de uma linha, o Ministério da Defesa declarou que não comenta o assunto. O Ministério das Relações Exteriores, nem isso. Todavia, em dois dos três comandos militares, oficiais da área de estudos estratégicos ouvidos pelo Estado, admitem informalmente que a situação esteja sendo acompanhada.

O projeto da Rússia prevê bases em dez países. Na América Latina, a prioridade é a reativação da Estação de Inteligência de Lourdes, em Cuba. No mundo, a expansão do conjunto de Tartus, na Síria, para receber tropas e equipamentos de combate, é a meta de curto prazo.

No primeiro ensaio de russos e venezuelanos, em 2008, oficiais do Brasil foram convidados a participar das atividades na condição de observadores. No dia 10 de setembro pousaram na base aérea de Caracas dois bombardeiros estratégicos Tu-160 Blackjack. Os jatos, de asas de geometria variável, voam a 2.200 km/hora com alcance de 17.400 quilômetros. Levam 40 toneladas de mísseis e bombas, várias delas armadas com cargas nucleares de médio porte. O motivo do exercício foi a verificação da pequena rede de radares de vigilância da Venezuela.

No mar, o protagonista era o cruzador nuclear Pedro, O Grande, de 252 metros que transporta 20 mísseis Shipwreck (10 metros, 7 mil kg) capazes de atingir alvos a 700 km – depois, substituídos por versões com raio de ação de 1.500 km.

O arsenal tem ainda cinco tipos de mísseis especializados – antiaéreos, antinavio, antissubmarino e de defesa a curta distância. Lançado em 1996, recebeu recursos digitais de última geração. Os 700 tripulantes contam com um centro integrado de combate que permite a ação conjunta de todos os recursos de bordo: dos 3 helicópteros artilhados Kamov ao canhão duplo de 130 mm, dirigido eletronicamente para objetivos situados a 22 km.
– via Estadão

Fonte: http://internacional.estadao.com.br/noticias/geral,base-russa-no-caribe-venezuelano-alerta-brasil,10000083801