Author Archives: Luiz A. Rolim de Moura

About Luiz A. Rolim de Moura

Administrador de Empresas com Mestrado em Engenharia de Produção pela UFSC Brasil e pós graduações em Adm Empresas, Turismo e Gestão de Pessoas. Experiencia em gestão de projetos e atividades de cooperação empresarial, desenvolvimento de metodologias de integração produtiva e institucional, dialogo publico/privado na America Latina e junto a cooperação Européia descentralizada. É docente a nível superior em pós graduação, com experiencia em coordenação de cursos superiores e docência em graduação de Engenharia Ambiental, Turismo, Hotelaria e Administração. Foi gestor de instituições do terceiro setor, sendo ex-presidente de sindicato patronal de hotéis, bares e similares de Foz do Iguaçu, associações empresariais (ABIH PR) e de representação profissional. Atuou como gestor público, com atuações como Presidente do Centro de Convenções de Foz do Iguaçu, Diretor de Marketing do Órgão Oficial de Turismo de Foz do Iguaçu e Secretário de Industria de Comércio de Foz do Iguaçu PR Brasil.

Conselhos priorizam desenvolvimento da fronteira

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Foz do Iguaçu, Ciudad del Este e Puerto Iguazú começam a colher os primeiros resultados da caminhada conjunta para ampliar a integração da região trinacional. Após intenso intercâmbio de experiências e realidades, as três cidades hoje possuem conselhos de desenvolvimento econômico e social que já atuam de maneira cooperada para realizar ações em prol da fronteira.

Primogênito, o Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social de Foz do Iguaçu foi oficializado em 2012, inspirado no modelo do Codem (Conselho de Desenvolvimento Econômico de Maringá). A consolidação do Codefoz inspirou os hermanos a criarem o Codespi (Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social de Puerto Iguazú) e o Codeleste (Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social de Ciudad del Este). Ambos foram oficializados por leis municipais em dezembro de 2015.

Leia materia completa: http://www.codefoz.org.br/2016/06/2097/

Geneva Conference on Preventing Violent Extremism

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“The objective of violent extremists is not necessarily to turn on us – it is for us to turn on each other. Their biggest mission is not the action, it is the reaction. The aim is to divide communities. The goal is to let fear rule. Let this conference – and our unity today – be the ultimate rebuke to that bankrupt strategy.” Ban Ki-moon’s remarks at the Geneva Conference on Preventing Violent Extremism. Read his full speech here – http://ow.ly/10qXaT

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CRISE NO BRASIL ATINGE VIZINHOS

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Intercâmbio comercial do Brasil

Se há algum país dependente do Brasil na América Latina é a Argentina, mas a crise brasileira também abala o resto da região.

Maior economia latino-americana, o Brasil se encaminha para seu primeiro biênio de recessão desde a década de 1930, e a crise política que põe em risco o mandato de Dilma Rousseff torna seu futuro ainda mais incerto.

O maior impacto é sentido pelos Estados que exportam para os brasileiros, com os sócios do Brasil no Mercosul – Argentina, Paraguai, Uruguai e Venezuela – à frente na lista.

– Impacto comercial –

“O quadro é preocupante, porque, de 2011 a 2015, o comércio com a Argentina se contraiu 42%, impactando setores fundamentais como a indústria automotora e diversas economias regionais” do país, disse em Buenos Aires à AFP o diretor da consultora Abeceb.com, Dante Sica.

No primeiro trimestre, as exportações de mercadorias argentinas para o Brasil acumulam uma queda de 27,9%, segundo estatísticas oficiais.

O mau momento comercial é atribuído à grave recessão brasileira. As compras do Brasil do exterior tiveram uma queda de 33%.

Os brasileiros compram cada vez menos automóveis, veículos de carga, trigo em grão, autopeças, polímeros plásticos, produtos de perfumaria, celulose e peras frescas.

Mesmo assim os argentinos continuam entre os quatro fornecedores do Brasil, após Estados Unidos, China e Alemanha.

“Em 2015, o Brasil reduziu a demanda de bens argentinos em 27,3%, em relação a 2014”, acrescentou Sica.

A Argentina continua sendo o terceiro maior comprador de produtos brasileiros, atrás de China e Estados Unidos.

A situação também atinge fortemente o Uruguai: o Brasil tem um peso de aproximadamente 14% na balança comercial de bens uruguaia e é seu principal cliente junto com a China.

Em fevereiro, as exportações uruguaias para o Brasil caíram 23,77% em relação ao mesmo mês do ano passado, segundo a União de Exportadores.

Dias atrás, o ministro uruguaio da Economia, Danilo Astori, classificou como “muito preocupantes” os dados brasileiros. Astori destacou que até muito pouco tempo o Brasil era o principal cliente na compra de bens do país, que acabou sendo substituído pela China.

A Venezuela sofre por sua própria crise.

“O comércio, não apenas com o Brasil, mas com o restante da América do Sul, diminuiu pela falta de cumprimento (de pagamento) do governo venezuelano. A dívida acumulada com as companhias fizeram que TAM e GOL não voem mais para a Venezuela”, explicou o o ex-embaixador no Brasil Milos Alcalay.

– Contração no Chile –

No caso do Chile, “os menores envios chilenos (ao Brasil) resultaram na contração das exportações de diversos produtos industriais e na redução dos embarques de cobre”, disse à AFP Rafael Sabat, subdiretor Internacional de ProChile.

“Mesmo assim, o Brasil é o principal destino das exportações chilenas – com exceção do cobre – na América Latina, apesar das conjunturas políticas”, acrescentou Sabat.

Os maiores impactos são registrados no setor comercial da região. Em 2015, o real caiu ao seu patamar mais baixo em relação ao dólar em uma década, devido à agitação fiscal e a sinais econômicos de contração, segundo fontes financeiras em Buenos Aires.

A desvalorização do real torna seus produtos mais competitivos e derruba o preço de seus parceiros.

Apesar da profunda recessão, o Brasil terminou 2015 com um saldo positivo comercial de 19,681 bilhões de dólares, o maior desde 2011, porque as exportações caíram, mas suas importações recuaram em um ritmo muito maior.

– O efeito dos escândalos –

Já a Colômbia sofre à sua maneira.

“A crise tem dois efeitos: que os investidores deixem de investir em toda a região, e o que a Colômbia consiga captar esses investimentos que fogem diante dos altos níveis de risco”, disse à AFP o economista e reitor da Universidade do Rosário, Juan Manuel Restrepo.

“O Brasil, ao ser o modelo de paradigma de país emergente na região, é um ponto de referência para os investidores estrangeiros”, afirmou Restrepo.

Um dano colateral do escândalo brasileiro envolvendo a Odebrecht é que a empresa está à frente de obras de navegabilidade do rio Magdalena, principal artéria fluvial colombiana.

O Conselho de Estado da Colômbia determinou que “os contratistas estrangeiros que tenham sido condenados por delitos contra a administração pública deverão ser desabilitados”.

No Peru, uma comissão do Congresso e o Ministério Público investigam supostos envolvimentos locais com a Lava-Jato.

A Odebrecht peruana anunciou que venderá 100% de sua participação acionária em um megaprojeto de transporte de gás.

Denúncias de subornos da corporação brasileira no Peru atingiram a primeira-dama e líder do Partido Nacionalista, Nadine Heredia, que negou qualquer envolvimento.

FONTE: https://br.noticias.yahoo.com/crise-brasil-atinge-vizinhos-215657591–business.html?soc_src=social-sh&soc_trk=fb

Embaixadores criticam governo de Israel pela forma como indicou embaixador

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Um manifesto de 40 embaixadores brasileiros, tornado público no final desta manhã (7), critica a indicação, pelo governo de Israel, do novo embaixador daquele país em Brasília, Dani Dayan. Assinado por integrantes e ex-integrantes de altos postos do governo, como Jório Dauster, Samuel Pinheiro Guimarães, Luiz Felipe Lampreia, Roberto Abdenur, José Viegas e Marcílio Marques Moreira, o texto considera “inaceitável” que o novo nome tenha sido anunciado publicamente pelo governo de Benjamin Netanyahu antes de ser submetido ao governo brasileiro.

“Essa quebra da praxe diplomática parece proposital, numa tentativa de criar fato consumado, uma vez que o indicado, Dani Dayan, ocupou entre 2007 e 2013 a presidência do Conselho Yesha, responsável pelos assentamentos na Cisjordânia considerados ilegais pela comunidade internacional”, diz o abaixo-assinado. Lembra, em seguida, que Dayan “já se declarou contrário à criação do Estado Palestino, que conta com o apoio do governo brasileiro e que já foi reconhecido por mais de 70% dos países-membros das Nações Unidas”.

Veja fonte e matéria completa em: Estado – Coluna Direto na Fonte, de SONIA RACY – 7 janeiro 2016 | 15:45

Embaixadores criticam governo de Israel pela forma como indicou embaixador

Mundo se ilumina de azul para comemorar os 70 anos das Nações Unidas

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Durante o final de semana, mais de 350 lugares em cerca de 85 países foram iluminados com a cor oficial da ONU. Rio de Janeiro, São Paulo, Salvador, Brasília e outras cidades participaram da celebração; Brasil somou cerca de 10% do total de lugares iluminados.

Veja matéria completa em:

http://nacoesunidas.org/mundo-se-ilumina-de-azul-para-comemorar-os-70-anos-das-nacoes-unidas/

Ex-presidente da Assembleia Geral da ONU é preso por corrupção.

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http://www.istoe.com.br/assuntos/semana/detalhe/438418_ATE+TU+ONU+

“Até tu, ONU! “

por Antonio Carlos Prado e Elaine Ortiz

Foi preso nos EUA, na terça-feira 6, o ex-presidente da Assembleia Geral da ONU John Ashe. Ele esteve no cargo no biênio 2013-2014. A acusação: Ashe teria embolsado cerca de US$ 500 mil em propinas numa transação que visava à construção de um centro de conferências da ONU em Macau. Teria recebido também US$ 800 mil para apoiar outros interesses de empresários chineses junto à ONU. 

Qué pasa en los países de donde salen las personas que llegan a Europa

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Fonte: eldiario.es – El Diario
Guerra, detenciones arbitrarias, torturas, abusos sexuales, represión informativa… Al menos seis de cada diez personas de las que han llegado a Europa por el Mediterráneo en lo que va de 2015 vienen de países en los que las violaciones de derechos humanos son constantes.
En Siria, miles de personas están detenidas, secuestradas o desaparecidas y unos 250.000 civiles viven en estado de sitio. El conflicto de Afganistán se cobró 4.853 víctimas mortales en el primer semestre de 2014. En Eritrea, no se respetan las libertades de expresión, asociación y religión.
El 43% de las personas que han llegado a los países europeos a través del Mediterráneo en lo que va de año vienen de Siria, la mayoría a través de Grecia. El 12% proceden de Afganistán, también por Grecia. El 10% vienen de Eritrea, quienes escapan principalmente a Italia. Las siguientes nacionalidades mayoritarias son Nigeria (5%) y Somalia (3%), que también llegan sobre todo a las costas italianas.
Fonte: http://www.eldiario.es/desalambre/paises-salen-personas-llegan-Europa_0_423458182.html

Siria: un conflicto con 190.000 muertos

Siria lleva cuatro años sumida en un conflicto en el que han muerto al menos 190.000 personas, según datos de Amnistía Internacional (AI). 11,6 millones han tenido que huir de sus hogares, de las cuales 4 millones han huido a otros países y el resto se han desplazado dentro de Siria. Esos 4 millones de refugiados están acogidos mayoritariamente en algunos de los países vecinos: Turquía, Líbano, Jordania, Irak y Egipto.Veja materia completa em:

Una de esas personas que huyeron de Siria es Rami, de 27 años, quien cuenta en este reportaje que escapó de la ciudad de Raqqa cuando fue tomada por el grupo terrorista Estado Islámico.  “Dio igual que viniera de una de las familias más poderosas de la ciudad. Si me hubiera quedado, sin duda me habrían matado, sin preguntas. Lo peor era que mis propios primos habían salido a buscarme también. Casi todos ellos se habían integrado en Estado Islámico. No había nadie que pudiera protegerme”, relata.

Además, miles de personas están detenidas, secuestradas o desaparecidas y reciben torturas y malos tratos, y unos 250.000 civiles viven en estado de sitio y carecen de alimentos, medicinas y combustibles. Esta situación afecta gravemente a la infancia: 5,6 millones de niños sufren en Siria situaciones extremas de pobreza, desplazamiento y estado de sitio, de acuerdo con datos de  Unicef.

Afganistán: los talibanes controlan parte del país

Aunque la OTAN puso fin a su misión de combate en Afganistán a finales de 2014, la situación en el país está lejos de ser estable. En los primeros seis meses de 2014, hubo 4.853 víctimas civiles del conflicto bélico, una cifra que se había duplicado desde 2009, según un informe de Amnistía Internacional. Los talibanes siguen controlando buena parte del país y se producen detenciones arbitrarias en las que se niega a los sospechosos el debido proceso. Amnistía también denuncia violaciones de la libertad de expresión y aplicaciones de la pena de muerte en juicios sin garantías.

Según la ONU, ocho de cada diez mujeres afganas han sido acosadas psicológica, física o sexualmente.  Este reportaje cuenta cómo la artista Kubra Khademi, al realizar una  performance reivindicativa en las calles de Kabul, “t uvo que acelerar el paso y saltar rápidamente dentro del coche de un amigo, porque poco a poco su paseo desafiante fue encendiendo a los transeúntes, una auténtica turba que la insultó, amenazó e incluso golpeó, hasta el punto de saltar encima del coche para evitar -sin éxito- que se fuera”.

Eritrea: un servicio militar obligatorio por tiempo indefinido

El Informe Mundial 2015 de la organización Human Rights Watch (HRW) califica la situación de derechos humanos de Eritrea de “deplorable”. Denuncia que las detenciones arbitrarias son “la norma”: los prisioneros no siempre conocen las razones de su arresto, se les mantiene detenidos por tiempo indefinido y pocos o ninguno de ellos son sometidos a juicio. Tampoco se respetan otros derechos humanos básicos como las libertades de expresión, asociación y religión: “Desde 2001, el Gobierno controla con firmeza el acceso a la información y no permite el trabajo de medios independientes, sindicatos y ONG”, dice el informe. También afirma que el Gobierno “acosa” a los ciudadanos de religiones distintas a las cuatro reconocidas (el islam suní y las ramas cristianas ortodoxa, católica y luterana).

Otra de las razones que empujan a muchas personas a huir del país es el servicio militar obligatorio. Aunque oficialmente dura 18 meses, en la práctica tiene una duración indefinida que a menudo se alarga durante una década. “El servicio militar no tiene un final, es para toda la vida”, afirma un refugiado eritreo de 14 años de edad en un testimonio recogido en el informe de HRW. Además, el servicio militar obligatorio se emplea como fuente de trabajos forzados para el Estado.

Nigeria: el miedo a ser secuestrado o asesinado

Nigeria también tiene problemas graves de derechos humanos. “Mujeres, hombres, niños y niñas viven en el constante temor de ser asesinados y secuestrados por Boko Haram y de ser sometidos a detención arbitraria, detención ilegítima, tortura e incluso ejecución por el Ejército”, dice Amnistía Internacional en su web. 7 de cada 10 reclusos no han sido declarados culpables de ningún delito.

A estos problemas se suman los ocasionados por la pobreza y la desigualdad. “Uno de cada tres nigerianos vive en barriadas marginales o asentamientos informales en condiciones de pobreza y hacinamiento, con acceso limitado a agua apta para el consumo y bajo la amenaza constante de desalojo forzoso”, dice Amnistía.

Somalia: la guerra de los 24 años

En Somalia hay un poco conocido conflicto armado que dura ya 24 años y que “sigue desplazando, hiriendo y matando civiles”, dice el Informe Mundial 2015 de Human Rights Watch. Las fuerzas de seguridad son responsables de ataques indiscriminados, violencia sexual y detenciones arbitrarias.

La justicia es administrada en gran medida por la jurisdicción militar, con procedimientos que no se ajustan a los estándares internacionales de juicio justo. El grupo terrorista Al Shabab recluta niños y ataca escuelas, pero la ONU también ha documentado casos de reclutamiento infantil por parte de las fuerzas del Gobierno.

Fonte e materia completa em : http://www.eldiario.es/desalambre/paises-salen-personas-llegan-Europa_0_423458182.html