Author Archives: Luiz A. Rolim de Moura

About Luiz A. Rolim de Moura

Administrador de Empresas com Mestrado em Engenharia de Produção pela UFSC Brasil e pós graduações em Adm Empresas, Turismo e Gestão de Pessoas. Experiencia em gestão de projetos e atividades de cooperação empresarial, desenvolvimento de metodologias de integração produtiva e institucional, dialogo publico/privado na America Latina e junto a cooperação Européia descentralizada. É docente a nível superior em pós graduação, com experiencia em coordenação de cursos superiores e docência em graduação de Engenharia Ambiental, Turismo, Hotelaria e Administração. Foi gestor de instituições do terceiro setor, sendo ex-presidente de sindicato patronal de hotéis, bares e similares de Foz do Iguaçu, associações empresariais (ABIH PR) e de representação profissional. Atuou como gestor público, com atuações como Presidente do Centro de Convenções de Foz do Iguaçu, Diretor de Marketing do Órgão Oficial de Turismo de Foz do Iguaçu e Secretário de Industria de Comércio de Foz do Iguaçu PR Brasil.

Giorgi viaja a México para impulsar la integración productiva

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http://prensa.argentina.ar/2015/02/03/56095-giorgi-viaja-a-mexico-para-impulsar-la-integracion-productiva.php 
Com informação compartilhada pelo amigo Nahuel Odone via Facebook.

Durante su estadía en el país azteca, la ministra de Industria se reunirá con el secretario de Economía mexicano, Ildefonso Guajardo, y avanzará en la complementación industrial entre ambos países y en la exportación de bienes y servicios nacionales de Gas Natural Comprimido.

La ministra de Industria, Débora Giorgi, recibió al embajador mexicano en la Argentina, Fernando Carlos Trenti, para ultimar detalles del viaje que realizará a México a partir del próximo 9 de febrero, y destacó el apoyo recibido por la sede diplomática para la organización de la gira.

Giorgi resaltó la importancia de ese viaje, donde se reunirá con su par mexicano, el secretario de Economía, Ildefonso Guajardo (con rango de ministro) para profundizar la integración productiva entre Argentina y México.

La titular de Industria detalló que los principales objetivos de su visita al país azteca pasan por avanzar en las conversaciones destinadas a alcanzar acuerdos de complementación económica entre Argentina y México y firmar convenios de integración productiva sobre casos concretos en los que ambos países pueden complementarse, como en los sectores petrolero y automotriz y en la exportación de bienes y servicios argentinos en Gas Natural Comprimido (GNC).

Durante la última visita realizada por Giorgi a México, el titular de la Comisión Nacional de Hidrocarburos (CNH) de ese país, Juan Carlos Zepeda Molina, manifestó su interés por la experiencia argentina en GNC, sector en el cual nuestro país es líder mundial. Para eso, desde el Ministerio de Industria se elaboró un catálogo integrado por 50 productos de nueve empresas nacionales con posibilidad de ser exportados.

En esa oportunidad, también se presentó la oferta nacional de bienes de capital e insumos vinculados con la recuperación secundaria de hidrocarburos, que actualmente está conformada por 90 empresas en condiciones de ofrecer 261 productos.

“Argentina es reconocida a nivel internacional en experiencias de recuperación secundaria y en GNC, lo que debe ser aprovechadas para lograr una sinergia regional entre las empresas”, afirmó Giorgi.

Con respecto a la industria automotriz, Giorgi resaltó las oportunidades que se abren con la producción de nuevos motores y modelos integrales.

La ministra también adelantó que se reunirá con CEOs de empresas mexicanas que tienen inversiones en nuestro país.

Acompañaron a la ministra los secretarios de Industria, Javier Rando; de Planeamiento Estratégico Industrial, Horacio Cepeda, y el vicepresidente del Instituto Nacional de Tecnología Industrial (INTI),José Luis Esperón. También estuvo presente el consejero de la embajada mexicana, Daniel Romero.

Cooperação internacional: uma componente essencial das relações internacionais – por Eiiti Sato

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Resumo

A disseminação da industrialização e da modernidade para todas as sociedades fez com que uma das dimensões marcantes nas relações internacionais desde a Segunda Guerra Mundial fosse a expansão e institucionalização da cooperação internacional. Os governos, sejam eles de grande ou pequena expressão nos foros internacionais, passaram a integrar uma intrincada rede de instituições disseminadoras de padrões de conduta e procedimentos técnicos por diferentes sociedades, consolidando a cooperação como uma vertente de longo prazo da política externa dos países. Em última instância, a cooperação constitui-se no canal pelo qual uma nação mantém-se conectada com padrões econômicos e sociais predominantes e com as principais tendências em curso no plano da ciência e do conhecimento, bem como de suas aplicações e benefícios. O crescente avanço dos mecanismos de cooperação significa novas oportunidades e novos problemas que, por sua vez, passam a demandar a construção de sistemas de cooperação internacional mais coerentes e compatíveis entre si, seja em suas práticas, seja em suas instituições. Essa tendência defronta-se com outros problemas de caráter estrutural, o dilema entre interesses de curto-prazo e benefícios de longo-prazo e a necessidade de abordagens mais integradas, dada a crescente incapacidade de enfrentar fenômenos sociais e políticos complexos com a lógica arcaica da especialização.

Autor Eiiti Sato

Download do artigo completo em PDF: 345-1605-2-PB

ou http://www.reciis.icict.fiocruz.br/index.php/reciis/article/viewFile/345/498

 

Palavras-chave cooperação internacional; globalização; agenda internacional; política externa; Brasil

Autor Eiiti Sato

Graduação em Economia, mestrado em Relações Internacionais (Master of Philosophy), na Universidade de Cambridge, mestrado e doutorado em Sociologia pela Universidade de São Paulo (USP). Professor adjunto da Universidade de Brasília, professor e atual Diretor do Instituto de Relações Internacionais (IREL), da UnB, com mandato até 2010. Foi Presidente da Associação Brasileira de Relações Internacionais (ABRI) de setembro de 2005 a julho de 2007. caputimperare@yahoo.com DOI: 10.3395/reciis.v4i1.345pt

 

Europa — Código de Redação Interinstitucional – Paises – Denominações e siglas a utilizar

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Fonte: Serviço das Publicações — Código de Redação Interinstitucional — 7.1. Países — 7.1.1. Denominações e siglas a utilizar.

Estados-Membros

Os nomes dos Estados-Membros da União Europeia devem ser escritos e abreviados empregando as regras seguintes:

recomenda-se a utilização do código ISO com duas letras (código ISO 3166 alfa-2), exceto para a Grécia e o Reino Unido, para os quais as siglas EL e UK são preconizadas,
a ordem protocolar segue a grafia dos nomes geográficos na língua original (ver também o ponto 7.1.2, «Ordem de enumeração dos Estados»).
Denominação
abreviada nas línguas originais (nome geográfico) (1)
Denominação oficial nas línguas originais (nome protocolar) Denominação abreviada em português
(nome geográfico)
Género (M/F) Denominação oficial
em português
(nome protocolar)
Código «país» (2) Antiga sigla (2)
Belgique/België Royaume de Belgique/ Koninkrijk België Bélgica F Reino da Bélgica BE B
България (*) Република България Bulgária F República da Bulgária BG
Česká republika Česká republika República Checa F República Checa CZ
Danmark Kongeriget Danmark Dinamarca F Reino da Dinamarca DK DK
Deutschland Bundesrepublik Deutschland Alemanha F República Federal da Alemanha DE D
Eesti Eesti Vabariik Estónia F República da Estónia EE
Éire/Ireland Éire/Ireland Irlanda F Irlanda IE IRL
Ελλάδα (*) Ελληνική Δημοκρατία Grécia F República Helénica EL EL
España Reino da España Espanha F Reino da Espanha ES E
France République française França F República Francesa FR F
Hrvatska Republika Hrvatska Croácia F República da Croácia HR
Italia Repubblica italiana Itália F República Italiana IT I
Κύπρος (*) Κυπριακή Δημοκρατία Chipre M República de Chipre CY
Latvija Latvijas Republika Letónia F República da Letónia LV
Lietuva Lietuvos Respublika Lituânia F República da Lituânia LT
Luxembourg Grand-Duché de Luxembourg Luxemburgo M Grão-Ducado do Luxemburgo LU L
Magyarország Magyarország Hungria F Hungria HU
Malta Repubblika ta’ Malta Malta F República de Malta MT
Nederland Koninkrijk der Nederlanden Países Baixos M Reino dos Países Baixos NL NL
Österreich Republik Österreich Áustria F República da Áustria AT A
Polska Rzeczpospolita Polska Polónia F República da Polónia PL
Portugal República Portuguesa Portugal M República Portuguesa PT P
România România Roménia F Roménia RO
Slovenija Republika Slovenija Eslovénia F República da Eslovénia SI
Slovensko Slovenská republika Eslováquia F República Eslovaca SK
Suomi/Finland Suomen tasavalta/ Republiken Finland Finlândia F República da Finlândia FI FIN
Sverige Konungariket Sverige Suécia F Reino da Suécia SE S
United Kingdom United Kingdom of Great Britain and Northern Ireland Reino Unido M Reino Unido da Grã-Bretanha e daIrlanda do Norte UK UK
(*)
Transcrições latinas: България = Bulgaria; Ελλάδα = Elláda; Κύπρος = Kýpros.
(1)
A denominação abreviada na ou nas línguas originais serve para determinar a ordem protocolar, sendo também utilizada nos documentos ou nas apresentações multilingues (ver o ponto 7.1.2).
(2)
Sigla a utilizar = código ISO, exceto para a Grécia e o Reino Unido, para os quais se deve utilizar EL e UK (ISO = GR e GB). As antigas siglas foram utilizadas até o fim de 2002 (geralmente retiradas do código internacional para os veículos automóveis).
N.B.:

Não utilizar as formas «República da Irlanda ou irlandesa».

Utilizar «Países Baixos» e não «Holanda», que constitui apenas uma parte dos Países Baixos (duas províncias).

Utilizar «Reino Unido» para designar o Estado-Membro e não «Grã-Bretanha» (constituída pela Inglaterra, Escócia e País de Gales).
O Reino Unido, para além destas três entidades, inclui também a Irlanda do Norte.
O termo puramente geográfico «ilhas Britânicas» compreende também a Irlanda e as dependências da Coroa (ilha de Man e ilhas Anglo-Normandas que fazem parte do Reino Unido).

(a)

Países terceiros

Para os países terceiros é conveniente utilizar também o código ISO 3166 alfa-2 (código de duas posições).

Para a grafia dos nomes (nomes curtos, nomes protocolares, lista dos códigos ISO), ver os anexos A5 e A6.

Para a ordem preconizada, ver o ponto 7.1.2(a).

(b)
EU-28 e países candidatos (enfr)

Países candidatos

Denominação abreviada
na língua original
(nome geográfico)
Género (M/F) Denominação abreviada
em português
(nome geográfico)
Denominação oficial
em português
(nome protocolar)
Código «país»
Crna Gora/Црна Гора M Montenegro Montenegro ME
Ísland F Islândia República da Islândia IS
поранешна југословенска Република Македонија (*) F antiga República jugoslava da Macedónia antiga República jugoslava da Macedónia (a definir)
Shqipëria F Albânia República da Albânia AL
Сpбија (*) F Sérvia República da Sérvia RS
Türkiye F Turquia República da Turquia TR
(*)
Transcrições latinas: поранешна југословенска Република Македонија = poranešna jugoslovenska Republika Makedonija; Сpбија = Srbija.
(c)

Denominação oficial ou abreviada?

forma longa (denominação oficial) é utilizada quando o Estado é visado enquanto entidade jurídica:

A destinatária da presente diretiva é a República Francesa.

O Reino da Bélgica é autorizado a …

N.B.:
No entanto, se a recorrência do nome do Estado num texto der preferência à forma curta, é conveniente introduzi-la, no início, através da fórmula «a seguir denominado(a) “…”».

forma curta (denominação abreviada) é utilizada quando o Estado é visado enquanto espaço geográfico ou económico:

Os trabalhadores residentes em França (ou: no território da França/no território francês)

As exportações da Grécia

N.B.:
Em alguns Estados, a forma longa e a forma curta são coincidentes:

a República Checa

a Roménia